Encenação do “Mito da Caverna” marca 7ª Semana da Cultura da Paz – Faculdades Pequeno Príncipe

Encenação do “Mito da Caverna” marca 7ª Semana da Cultura da Paz

A 7ª Semana da Cultura da Paz da FPP foi encerrada com um espetáculo teatral denominado “Qual é a sua caverna?”, encenado pelos estudantes do 1º período de Psicologia. A atividade se propôs a dramatizar o Mito da Caverna, de Platão, e faz parte da disciplina Pressupostos Históricos da Psicologia, ministrada pelo Professor. Me. Paulo Cesar de Souza Vaz.

O objetivo da dramatização foi trabalhar as habilidades interpessoais, comunicação, aspectos éticos e críticos diante de diversas questões atuais. Os temas apresentados pelos estudantes foram: trabalho escravo nos tempos atuais, influência da mídia, reforma do ensino, relacionamentos abusivos, homossexualidade e ditadura da beleza.

“Procuramos debater a atuação do psicólogo como incentivador de ações que possam despertar a gentileza no cotidiano acadêmico e social”, comenta o Prof. Paulo Vaz. “A Semana da Cultura da Paz encontra-se em sua 7ª edição e, desde 2015, passamos a realiza-la com o Maio Amarelo, em parceira com o Iptran, trabalhando a paz no trânsito como forma de amenizar as situações de estresse e violência no trânsito” diz.

A ação encerra a Semana da Cultura da Paz com uma reflexão que visa o desenvolvimento da cidadania nos estudantes, repercutindo nas politicas públicas relacionadas a essas áreas da saúde, educação e trânsito, colaborando para uma sociedade mais humana, saudável e cidadã.

 

O Mito da Caverna

O filósofo Platão criou a alegoria da Caverna, na qual nos convida a imaginar uma caverna onde as pessoas estão aprisionadas desde o nascimento, amarradas encarando a parede ao fundo, na escuridão. Elas só podem olhar para frente. Atrás dos prisioneiros há uma chama brilhante que lança sombras na parede para a qual eles olham. Há também uma plataforma entre o fogo e os prisioneiros, na qual pessoas andam exibem vários objetos de tempos em tempos, de modo que as sombras destes objetos são lançadas na parede. Assim, a única verdade e realidade que os prisioneiros conhecem são estas sombras.

Caso um dos prisioneiros seja libertado, a luz iria ferir seus olhos e ele não acreditaria que o presente é real. Ao voltar para a caverna, seus olhos também não se acostumariam com a escuridão e ficaria cego. Os outros prisioneiros concluiriam que sair da caverna é prejudicial e que não devem sair, aprisionando-os novamente.