Notícias – Página: 20 – Faculdades Pequeno Príncipe

Notícias

Em maio: Curso de Capacitação em Inserção de Cateter Central Periférico

As aulas serão no fim de semana (14/05 e 15/05) e o investimento é de R$ 450

O curso é voltado a enfermeiros.
O curso é voltado a enfermeiros.

A Faculdades Pequeno Príncipe está com inscrições abertas para o Curso de Capacitação em Inserção do Cateter Central Periférico. As aulas serão em maio, nos dias 14 e 15. O curso compreende 16 horas de atividades no sábado e domingo. O investimento é de R$ 450. As vagas são limitadas.

CLIQUE AQUI para conferir mais informações e faça agora mesmo sua inscrição.

Descubra os benefícios da corrida/caminhada para uma vida saudável

Diretora e professora da FPP são exemplos da importância da prática esportiva. Outra boa dica é a participação na 4.ª Corrida e Caminhada Unidos pela Vida – Rebouças, em benefício do Complexo Pequeno Príncipe, e que tem inscrições abertas até domingo (17/4)

As professoras Rosiane e Juliana, da FPP, são exemplos dos benefícios da prática esportiva.
As professoras Rosiane e Juliana, da FPP, são exemplos dos benefícios da prática esportiva.

São inúmeros os benefícios da corrida ou caminhada para a saúde mental e a garantia de uma vida saudável. Em busca desses resultados, a Profª. Dra. Rosiane Guetter Mello passou a dedicar um tempo em sua rotina a essas atividades.

Além do bem-estar, a diretora de Pesquisa e Pós-Graduação da FPP garantiu, no dia 14 de abril, o 3.º lugar na corrida de 10 km da prova “Esquenta Panturrilha”, promovida pelo Subway e realizada no Parque Tingui, em Curitiba.

Mais uma atleta do time de docentes da Faculdades Pequeno Príncipe marcou presença na competição: a Profª. Me. Juliana Ollé Mendes de Silva, que participou de uma competição pela primeira vez. Ela completou a prova de 5 km.

Para estimular outros docentes, Rosiane destaca os benefícios da prática esportiva: “Contribui para aumentar o gasto calórico, fortalece o coração, melhora a circulação, desenvolve a capacidade respiratória e auxilia no controle da hipertensão arterial, além de ser uma excelente atividade de lazer”, finaliza.

A 4.ª Corrida e Caminhada Unidos pela Vida é uma boa dica para os interessados em aliar esporte à solidariedade.
A 4.ª Corrida e Caminhada Unidos pela Vida é uma boa dica para os interessados em aliar esporte à solidariedade.

Dica: para quem quer seguir os passos das professoras atletas, estão abertas, até o dia 17 de abril, as inscrições para a 4.ª Corrida e Caminhada Unidos pela Vida – Rebouças. O evento, que tem os circuitos corrida (5 km e 10 km) e caminhada (5 km), será realizado no dia 24 de abril, às 7 horas, no Estádio Durival Britto e Silva – Paraná Clube (Av. Dr. Dario Lopes dos Santos).

A ação, uma parceria da Procorrer com o Complexo Pequeno Príncipe, une a prática esportiva a uma causa nobre: a saúde infantojuvenil. As vagas são limitadas e o valor da inscrição é de R$ 60. Parte da renda arrecadada será destinada às atividades de assistência em saúde e pesquisa científica da instituição. As inscrições devem ser feitas no site www.procorrer.org.br.

 

  • Veja alguma dicas importantes do projeto “Eu Atleta”, do Globo Esporte:
info_dezpassos

Goiânia será palco do ConMSaúde – Congresso Nacional Multidisciplinar da Saúde

O evento será realizado de 19 a 22 de maio

Goiânia recebe, de 19 a 22 de maio, o ConMSaúde – Congresso Nacional Multidisciplinar da Saúde. O evento quer se tornar referência no cenário da interação da comunidade acadêmica, pesquisadores, professores e estudantes com empresários, consultores, administradores, fornecedores e demais profissionais atuantes na área.

O ConMSaúde abrange nove áreas de conhecimento (Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Saúde Estética), tendo como ideia central os desafios e tecnologias na saúde brasileira. Haverá destaques de todos os segmentos voltados à reflexão sobre a temática multidisciplinar.

Para mais informações e detalhes sobre inscrições, acesse o site oficial do ConMSaúde – Congresso Nacional Multidisciplinar da Saúde.

O evento abrange nove áreas de conhecimento relacionadas à saúde.
O evento abrange nove áreas de conhecimento relacionadas à saúde.

Reforço importante na luta contra a dengue

A rede pública de saúde do Paraná deve oferecer, a partir de junho, uma vacina pioneira contra a doença

O governo do Paraná reservou R$ 25 milhões para a compra da vacina pioneira contra a dengue.
O governo do Paraná reservou R$ 25 milhões para a compra da vacina pioneira contra a dengue.

O Paraná deverá oferecer gratuitamente, a partir de junho, uma vacina pioneira contra a dengue na rede pública de saúde. As doses serão adquiridas com recursos próprios do governo estadual, visto que a União – responsável pelo programa de imunização – ainda não sinalizou a inclusão da vacina no calendário básico do Sistema Único de Saúde (SUS).

Cerca de R$ 25 milhões já foram reservados no orçamento para este fim, conforme determinação do governador Beto Richa. “Ainda não sabemos quanto vamos investir na aquisição das vacinas, pois aguardamos uma definição da Anvisa em relação ao preço que poderá ser praticado pelo fornecedor para as doses comercializadas no país”, reitera o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto.

Essa definição deve sair em breve, com base em informações da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos. “Esperamos que esse processo de precificação seja finalizado nos próximos trinta dias. Hoje, esse é o principal impedimento para que façamos a compra imediatamente”, esclarece o secretário.

Tão logo seja estabelecido o preço máximo da vacina, o estado dará andamento às negociações com a indústria farmacêutica francesa Sanofi Pasteur, produtora da única vacina contra a dengue devidamente registrada no Brasil. Na primeira etapa o Paraná pretende adquirir 500 mil doses.

Resultados
Estudos realizados pelo Sanofi Pasteur revelam que a aplicação da vacina em larga  escala reduz em até 93% o número de casos graves de dengue. A medida também tem impacto direto no número de internações, que pode cair em cerca de 81% em locais com campanhas de vacinação.

A vacina tem eficácia comprovada de 66%, protegendo contra os quatro subtipos do vírus da dengue (DENV 1, DENV 2, DENV 3 e DENV 4). “No Paraná, essa porcentagem poderá ser ainda maior, pois a vacina é extremamente eficaz contra os vírus DENV 1 e DENV 4, que mais circulam no estado”, diz a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide de Oliveira.

No momento, a Secretaria Estadual da Saúde avalia quais grupos prioritários serão beneficiados pela nova vacina. De acordo com a empresa produtora, a indicação de uso é para pessoas com idade entre nove e 45 anos. Além disso, serão levados em conta aspectos epidemiológicos, como o grau de exposição das pessoas, o número de casos da cidade, a faixa etária e os grupos de risco, que evoluem com mais frequência para a forma grave da doença.

** Com informações da Agência de Notícias do Paraná.

Vacinação contra a gripe é antecipada no Paraná

Início da campanha está programado para o dia 25 de abril

A expectativa do governo do Paraná é que, ao término da campanha, 2,9 milhões de pessoas tenham sido vacinadas.
A expectativa do governo do Paraná é de que, ao término da campanha, 2,9 milhões de pessoas tenham sido vacinadas.

Um aviso importante: o início da campanha de vacinação contra a gripe no Paraná foi antecipado para o dia 25 de abril. A medida, anunciada no início de abril pela Secretaria Estadual da Saúde, justifica-se – entre outros motivos – pela queda nas temperaturas e pelo aumento dos números de casos em São Paulo. “Entendemos que é necessário iniciar a campanha mais cedo. Para viabilizar isso, tivemos que lutar por mais doses em Brasília e organizar um amplo processo de logística para a distribuição da vacina no Paraná”, destacou o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto.

Com a antecipação da campanha, os paranaenses terão mais cinco dias para serem imunizados contra os vírus da gripe. A medida deve ser tomada também pelos outros estados do Sul. De acordo com o Ministério da Saúde, a campanha nacional deve começar apenas em 30 de abril.

Caputo Neto falou ainda sobre a intenção do governo do Paraná de adquirir, por conta própria, vacinas contra a dengue para oferta na rede pública de saúde.

Doses previstas

Até o dia 25 de abril, o Paraná já terá recebido 48% do total de doses previstas para todo o período de imunização. O restante virá em lotes enviados semanalmente pelo Ministério da Saúde. Até 20 de maio, data estipulada para o término da campanha, o objetivo é vacinar 2,9 milhões de pessoas no estado.

Assim como em 2015, terão direito à vacina gratuita idosos ( com mais de 60 anos), crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, mulheres com pós-parto de até 45 dias (puérperas), doentes crônicos, profissionais de saúde, indígenas, trabalhadores e detentos do sistema prisional.

De acordo com o coordenador estadual de Imunização, João Luis Crivellaro, a meta é vacinar 80% deste público-alvo, mas o Paraná espera atingir uma cobertura vacinal próxima a 95% e 98%. “Historicamente, somos sempre um dos primeiros estados a atingir esta meta. Neste ano, queremos alcançar esses índices o mais cedo possível, garantindo a imunização dos grupos prioritários de forma mais precoce”, ressalta.

A vacina demora pelo menos duas semanas para fazer efeito. Ela é eficaz contra os três tipos do vírus da gripe mais circulantes no país – Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B. Em adultos, a dose é única. Já para crianças, é preciso completar o esquema vacinal de duas doses para que o imunobiológico conceda a proteção desejada.
** Com informações da Agência de Notícias do Paraná.

** LEIA TAMBÉM: Reforço importante na luta contra a dengue

Dia Mundial da Saúde: evento surpresa marcou o 7 de abril na FPP

Data foi lembrada com orientações e exames para acadêmicos, colaboradores e professores. Mapa da saúde da instituição será divulgado em breve

O exame de glicemia foi uma das ações realizadas na Feira de Saúde da FPP.
O exame de glicemia foi uma das ações realizadas na Feira da Saúde da FPP.

O Dia Mundial da Saúde foi comemorado pela Faculdades Pequeno Príncipe com um evento muito especial: a Feira da Saúde. Doze estações de trabalho foram montadas no Laboratório de Habilidades e, aos poucos, estudantes, colaboradores e professores da instituição receberam orientações sobre atividade física e alimentação saudável, além de fazerem exames de pressão arterial, glicemia e IMC.

A Feira da Saúde teve dois objetivos: informar a comunidade acadêmica sobre os perigos do diabetes, tema escolhido para o Dia Mundial da Saúde deste ano, e fazer um mapa da saúde da instituição. A diretora de Extensão e coordenadora do evento, Profª. Me. Tatiana Forte, explica que um a cada 11 adultos é afetado pelo diabetes, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde. Por essa razão, os temas das estações foram selecionados com o objetivo de prevenir essa doença. Outros assuntos importantes foram abordados, como hanseníase, dengue, chikungunya e zika vírus.

A colaboradora Cleia Melo ficou satisfeita com a ação. “Achei interessante fazerem o evento aqui e convidarem os colaboradores para participar. Geralmente, esse evento é feito fora daqui e, como não podemos nos deslocar durante o expediente, eu nunca tinha participado”, explica.

Para a aluna Carolina Dalmaz de Lima, do 9º período de Enfermagem, esse formato é muito interessante. “Em anos anteriores, o Dia Mundial da Saúde foi feito fora daqui e o objetivo era atender a comunidade”, lembra. “Hoje estamos nos atendendo, o que é muito importante, porque às vezes cuidamos tanto da saúde do outro que nos esquecemos de olhar para a nossa”, reitera.

Quem compartilha da mesma opinião é o estudante Kevin Grenzel, do 2º período de Biomedicina. “É bom que todos participem do evento para se conscientizar sobre esses assuntos e também é uma experiência interessante para os alunos que ficam nas estações, pois eles precisam atender o público, orientar, tirar dúvidas”, enumera.

As pessoas, cujos exames apresentaram alguma alteração, foram orientadas a procurar um médico e fazer novas avaliações. O relatório institucional, que vai mostrar como está a saúde dos estudantes, professores e colaboradores da FPP, será divulgado até o mês que vem. “Se encontrarmos muitas alterações, criaremos uma campanha de conscientização para melhorar os indicadores”, finaliza a professora Tatiana Forte.

LEIA TAMBÉM: Dia Mundial da Saúde pede atenção especial ao diabetes.

Dia Mundial da Saúde pede atenção especial ao diabetes

Neste 7 de abril, a OMS apresenta o primeiro relatório mundial sobre a doença. Prevenção é a palavra de ordem

Rosângela Réa, médica endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe e professora/coordenadora da Unidade de Diabetes do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas da UFPR (SEMPR), traz informações importantes sobre a diabetes.
Rosângela Réa, médica endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe e professora/coordenadora da Unidade de Diabetes do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas da UFPR (SEMPR), traz informações importantes sobre a diabetes.

 

Um alerta importante neste 7 de abril, Dia Mundial da Saúde: a necessidade de uma atenção especial à diabetes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aproveita a data para lançar o primeiro relatório  sobre a doença, que descreve o peso e as consequências na rotina da população em todo planeta, além de defender a existência de sistemas de saúde mais sólidos, que assegurem uma melhor vigilância, prevenção e uma gestão mais efetiva do problema.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes,  estima-se que há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes no Brasil – ou seja, cerca de 6,9% da população, com viés de crescimento nos próximos anos. De acordo com a instituição, a maioria dos pacientes não apresenta sintomas no início da diabetes.

Por conta desses e outros fatores, a prevenção é palavra de ordem neste Dia Mundial da Saúde. “A ideia é conscientizar a população a respeito de uma doença comum, que pode levar a complicações graves e debilitantes”, explica Rosângela Réa, médica endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe e professora/coordenadora da Unidade de Diabetes do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas da UFPR (SEMPR).  A médica apresenta informações importantes sobre a diabetes e dicas para garantir uma vida saudável. Confira:

TIPOS 

Existem 2 tipos principais de diabetes: o diabetes tipo 1 é responsável por 10% ou menos dos casos e corresponde ao diabetes dependente de insulina, antes chamado de diabetes juvenil. Pode aparecer em qualquer idade, mas tem picos de instalação na metade da primeira década e na adolescência. A causa é genética (transmitida pelos pais), mas a doença não costuma ser hereditária, ou seja, normalmente aparece ao acaso, sem que os pais apresentem a doença.

Já o diabetes tipo 2 é responsável por 90% dos casos de diabetes e está relacionado à obesidade e ao sedentarismo, sendo comum os pais e/ou os avós apresentarem a doença.

No caso do diabetes tipo 1, o mais importante em termos de conscientização, faz-se necessário o alerta para os sintomas, porque pode haver uma grave descompensação do paciente se o tratamento não for iniciado a tempo. Os sintomas relacionados à elevação da glicose no sangue são a poliúria (urinar muito), polidipsia (muita sede) e polifagia (comer muito). Apesar da fome e ingestão excessivas, os pacientes, geralmente crianças e adolescentes, costumam perder peso. Um alerta especial vem sendo feito a respeito de uma incidência aumentada do diabetes tipo 1 na faixa de 0 a 4 anos, uma fase na qual a criança ainda usa fralda e muitas vezes está sendo amamentada, o que dificulta observar tanto o aumento da sede como da diurese.

Em relação ao diabetes tipo 2, que incide com mais frequência  após os 40 anos, é preciso conscientizar a população sobre o fato de que a doença costuma se manter silenciosa (não causar sintomas) por muitos anos e que as pessoas devem procurar os Serviços de Saúde para fazerem exames de sangue regularmente. A prevenção está relacionada à adoção de bons hábitos de vida.

FATORES DE RISCO 

O aumento de peso nas populações, dietas pouco saudáveis e o sedentarismo parecem ligados diretamente ao aumento no número de casos de diabetes tipo 2 e no seu aparecimento cada vez mais precoce. No caso do diabetes tipo 1, especula-se que o aumento no número de casos também possa estar ligado ao ganho aumentado de peso desde a infância, com ativação do quadro imunológico que leva à destruição das células beta do pâncreas, produtoras de insulina.

PREVINA-SE 

1. Mantenha seu peso ideal!

2. Inclua cereais integrais (pão e arroz integral) e uma maior quantidade de verduras e legumes no cardápio.

3. Substitua doces por frutas e evite fast-food.

4. Evite o consumo de bebidas açucaradas, inclusive sucos concentrados (de caixa).

5. Evite bolachas recheadas e prefira óleos vegetais.

6. Reduza o consumo de carnes vermelhas e processadas (salsichas, frios e bacon) e consuma mais peixe e carne branca.

7. Pratique atividades físicas regularmente.

8. Não se estresse! Durma bem e não fume.

 

LEIA TAMBÉM: Dia Mundial da Saúde: evento surpresa marcou o 7 de abril na FPP

 

 

Curso de Extensão em Perícia Criminal

As aulas serão realizadas nos dias 9 e 10 de abril, na Faculdades Pequeno Príncipe

No próximo fim de semana, dias 9 e 10 de abril, a Faculdades Pequeno Príncipe realizará o curso de Extensão em Perícia Criminal. As aulas serão realizadas das 8h às 18h, na Faculdades Pequeno Príncipe (Avenida Iguaçu, 333 – Rebouças).

Confira abaixo a Programação do curso:

 

Data Conteúdo
09/04/16

Sábado

Das 8h às 12h

Exame de Local de Crime

Perícia em local de crime contra a pessoa;

Perícia em local de acidente de trânsito com morte;

Perícia em local de crime contra o patrimônio;

Reprodução simulada.

 

Das 13h às 18h Psicologia Aplicada a Investigação Criminal

Psicologia e crime;

Métodos em psicologia criminal;

Análise de cenas de crime;

Parecer psicológico em criminalística.

10/04/16

Domingo

Das 8h às 12h

Balística Forense

Conceituar balística forense e seus fundamentos teóricos;

Conhecer a classificação de armas de fogo, munições e legislação pertinente;

Conhecer os exames realizados na rotina de trabalho da Seção Técnica de Balística Forense.

Das 13h às 18h Química e Genética Molecular Forense

Exames preliminares em materiais biológicos: sangue, esperma, fios de cabelos, em diferentes suportes, tais como: objetos, vestes, facas revólveres, instrumentos;

Resíduos provenientes de disparo de arma de fogo;

Resíduos em explosivos;

Pesquisa de substâncias inflamáveis aceleradoras de chamas em resíduos de incêndio;

Pesquisa de drogas: cocaína, crack, Lsd, ecstasy;

Pesquisa de venenos;

Exames de natureza diversa;

Análises de identificação genética nas seguintes situações: exames de paternidade decorrente de ação criminosa, análise de perfis genéticos de vestígios biológicos coletados em local de crime ou de vítimas de crimes sexuais, além de identificação de ossadas e restos mortais.

 

H1N1: veja o que funciona (ou não!) contra o vírus

A gripe suína colocou o país em alerta. Saiba como se prevenir

Veja dicas importantes para combater o vírus H1N1.
Veja dicas importantes para combater o vírus H1N1.

Causador da chamada gripe suína e identificado no México há seis anos, o vírus H1N1 já havia provocado 46 mortes no país até o dia 19 de março. A maioria dos casos foi em São Paulo e o alerta é mais que necessário. Para se ter uma ideia do quadro alarmante, em 2015 foram contabilizados 36 óbitos, ou seja, número bastante inferior às estatísticas dos primeiros meses deste ano.

O aumento de registros fora do inverno, quando o vírus se aproveita dos ambientes poucos ventilados para se multiplicar, intriga especialistas. A proliferação em locais bastante visitados por brasileiros, como a Flórida (EUA), e as mudanças climáticas – a umidade é favorável ao H1N1 – estão entre as hipóteses levantadas.

Diante do surto, as pessoas recorrem ao álcool gel e evitam, por exemplo, encostar nas barras de apoio dos veículos do transporte público. Mas serão realmente eficazes medidas como essas? Em reportagem especial sobre o tema, a BBC Brasil conversou com infectologistas para enumerar informações preciosas sobre o assunto. Confira:

FUNCIONA

• Vacina

Para Jean Carlo Gorinchtein, do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, não há dúvida: a forma mais eficaz de se prevenir do H1N1 é a vacina. Ainda que não tenha 100% de eficácia – ela varia de 60% a 90% –, Gorinchtein ressalta a importância da medida, especialmente entre o “grupo de risco”.

Crianças, idosos, grávidas e pessoas com doenças que comprometam a imunidade podem desenvolver sintomas mais graves, como falta de ar. Em casos extremos, o quadro pode evoluir para pneumonia, tuberculose e até meningite.

“Isso não quer dizer que o vírus seja mais agressivo do que outros tipos de Influenza”, ressalta o infectologista Esper Kallas. Todos podem levar a complicações. Só que, por ter sido identificado há pouco tempo, muita gente não tem resistência ao H1N1.

Para os que não estão no “grupo de risco”, o conselho é vacinar-se, mas sem desespero.

Até quem já teve H1N1 precisa se vacinar. Isso porque os anticorpos contra a gripe duram, em média, 12 meses. Depois disso, o nível de proteção cai e é possível pegar de novo. “Não é como a catapora, cujos anticorpos costumam durar toda a vida”, explica Gorinchtein.

Hoje, a rede pública oferece para as pessoas com mais chances de adoecer (gestantes, mulheres que acabaram de dar à luz, idosos e crianças de até 5 anos, entre outros), a vacina trivalente, que protege contra dois tipos de gripe A (entre eles o H1N1) e um tipo da B – de acordo com o Ministério da Saúde, essa é a composição recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na rede particular, além da trivalente, já é possível encontrar a tetravalente, que adiciona a imunização a um segundo tipo B.

 

• Álcool gel e lavar as mãos

Há algumas teorias sobre o tempo de vida do vírus. Segundo o NHS, serviço público de saúde do Reino Unido, os vírus contidos nas microscópicas gotículas que expelimos ao tossir ou espirrar alcançam cerca de um metro. Eles podem ficar suspensos no ar, podendo viver por horas (principalmente em temperaturas baixas), e atingir superfícies e objetos. Em superfícies duras, o H1N1 sobreviveria por até 24 horas.

Logo, explica lembra a equipe do NHS, qualquer um que tocar mesas, maçanetas ou mesmo dinheiro atingidos por essas gotículas pode se contaminar e espalhar o vírus ao tocar outras superfícies e pessoas.

Já de acordo com Gorinchtein, o vírus H1N1 vive normalmente menos de um minuto fora do corpo ao ser expelido junto com as gotículas de saliva ou secreções. “Quando alguém espirra na barra do metrô é preciso que outra encoste ali logo e leve a mão, com vírus, à boca, olhos ou nariz para que se infecte”, diz.

Independentemente de quem está certo, o álcool gel e a água com sabão são a melhor alternativa para reduzir as chances de contaminação. Apesar de não ser uma medida infalível – uma pessoa sempre pode tossir próximo a seu rosto –, ajuda bastante, pois mata os vírus que ficam nas mãos.

O infectologista Esper Kallas lembra que a popularização do álcool gel no Brasil foi fruto da primeira epidemia de gripe suína, em 2009.

  • Tapar a boca ao tossir ou espirrar

Quanto mais rápido os vírus expelidos chegaram às mucosas (boca, nariz e olhos) de uma pessoa, mais provável será a contaminação.

Por isso, proteja sua boca ao tossir ou espirrar. A infectologista Angela Rocha, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Recife, explica que, nos três primeiros dias da doença, quando o vírus está se multiplicando intensamente, a carga viral em cada espirro é maior.

Nesse período, é preciso atenção redobrada. Normalmente, o ciclo da gripe dura uma semana.

De acordo com o serviço de saúde britânico, caso as mãos sejam usadas para tapar a tosse, espirro e limpar o nariz, é preciso lavá-las para evitar espalhar o vírus – a concentração na pele pode ficar alta por até cinco minutos.

O ideal, afirma o NHS, é usar lenços de papel para cobrir a boca e o nariz e jogá-los no lixo o mais rápido possível – o vírus pode sobreviver neles por cerca de 15 minutos, ou seja, nada de reaproveitar.

O QUE NÃO FUNCIONA

• Pronto-socorro

Começou a tossir? A garganta está arranhando? Não vá ao pronto-socorro. “O melhor lugar de se pegar a gripe é o pronto-socorro. Você fica seis horas na sala de espera. Acha que é alguma coisa, acaba não sendo nada. E dois dias depois está com gripe”, explica o infectologista Esper Kallas.

O especialista  ressalta que, ao ser infectado pelo H1N1, é preciso deixar a doença seguir seu curso natural e acompanhar os sintomas. Caso eles piorem, haja falta de ar ou secreções avermelhadas e com pus, é hora de procurar um médico.

• Máscara

Comprou uma máscara na farmácia e acha que está protegido? Não é bem assim. O infectologista Esper Kallas estima que máscaras feitas de feltro e tecido têm vida útil de quinze minutos. “Depois disso, elas já não têm mais eficácia. Ficam úmidas com a respiração e os poros do material vão abrindo. É como se não estivesse usando uma”, ressalta

Kallas lembra que as máscaras que funcionam têm “um sistema bem mais complexo” e são mais difíceis de encontrar. Também são mais desconfortáveis

Angela Rocha, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, diz que elas podem ser eficientes para contatos rápidos: “Já ajuda”, diz.

• Ficar só um dia em casa

O NHS, serviço público de saúde britânico, recomenda que a pessoa infectada fique longe do trabalho ou escola até se sentir melhor, o que deve ocorrer em cerca de uma semana.

Isso porque o período mais contagioso, geralmente iniciado quando os sintomas aparecem, pode durar até sete dias – crianças e pessoas com baixa imunidade podem precisar de uma folga ainda maior, já que nelas o vírus permanece ativo por mais tempo.

Ou seja: não dá para mascarar os sintomas com antitérmico e, por exemplo, mandar os filhos para a escola. As dicas também valem para outros tipos de gripe.

• Utilizar remédios sem controle

Especialistas afirmam que, via de regra, a gripe causada pelo H1N1 vai embora depois de alguns dias, assim como as outras.

Por isso, recomenda o serviço britânico, o melhor é ficar em casa e beber bastante água para evitar a desidratação. Remédios para febre e dor podem ser usados para amenizar os sintomas.

De acordo com o Ministério da Saúde, há a oferta, em todo o país, do medicamento oseltamivir (o Tamiflu), receitado de acordo com a avaliação médica. Também é importante que o remédio seja administrado nas primeiras 48 horas dos sintomas.

** Com informações da BBC Brasil e UOL

Profissionais da saúde lideram ranking de acidentes laborais no Brasil

O assunto será um dos destaques do congresso a ser promovido pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), em maio, na cidade de Foz do Iguaçu

SONY DSC
Ao ano, são mais de 65 mil ocorrências de acidentes laborais com profissionais da área da saúde.

Um dado alarmante: os profissionais da saúde lideram o ranking de acidentes laborais no Brasil. Ao ano, são mais de 65 mil ocorrências. Vários fatores, como a carga horária exaustiva a que se submetem médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos, explicam esse resultado.

Por conta disso, o tema será um dos destaques do principal congresso da área, a ser promovido pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), entre os dias 16 e 19 de maio, em Foz do Iguaçu. Um painel temático, no primeiro dia do evento, recebeu o nome de “Cuidando de quem cuida”, reunindo especialistas reconhecidos no país e internacionalmente.

Para Rafael Torres, médico preceptor do Programa de Residência Médica em Medicina do Trabalho, Medicina Legal e Perícias Médicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, as condições do trabalho e da saúde dos médicos são negligenciadas. “Há várias questões envolvidas nesta negligência, desde a postura dos médicos, altamente resistentes aos exames periódicos, até aspectos da organização do trabalho com um número excessivo de horas trabalhadas, na maioria das vezes, de forma autônoma”, explica.

Principais acidentes

Os profissionais de enfermagem, seguidos pelos médicos e estudantes (residentes e estagiários), são os grupos de trabalho mais expostos aos riscos. Entretanto, explica o médico especialista em Medicina do Trabalho, Marcelo Pustiglioni, as equipes da higienização e limpeza também aparecem nas estatísticas de maneira importante, pois refletem as falhas no descarte de material contaminado e porque, ao se acidentarem, é muito difícil identificar o paciente/fonte e isso complica muito a decisão de quimioprofilaxia.

Entre os principais acidentes de trabalho em serviços de saúde, o médico diz que, sem dúvida, são aqueles com exposição ao material biológico, particularmente sangue e secreções. Seja os veiculados por material perfurocortante, como agulhas e lâminas, seja por respingos em mucosas, como os olhos e a boca, ou ainda as soluções de continuidade na pele, como cortes e feridas.

Sensibilizar os gestores sobre a necessidade de implantação de ações de segurança e saúde no trabalho, capacitar o trabalhador quanto aos riscos ocupacionais e como se proteger, além  de exigir que o governo faça a sua parte, que é legislar e fiscalizar de maneira competente, são os principais obstáculos e desafios a serem vencidos no sentido de propiciar ambientes saudáveis aos trabalhadores da saúde, de acordo com Pustiglioni.

** Com informações da ANAMT e CRM-PR.