Notícias – Página: 20 – Faculdades Pequeno Príncipe

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Dia Mundial da Saúde pede atenção especial ao diabetes

Neste 7 de abril, a OMS apresenta o primeiro relatório mundial sobre a doença. Prevenção é a palavra de ordem

Rosângela Réa, médica endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe e professora/coordenadora da Unidade de Diabetes do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas da UFPR (SEMPR), traz informações importantes sobre a diabetes.
Rosângela Réa, médica endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe e professora/coordenadora da Unidade de Diabetes do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas da UFPR (SEMPR), traz informações importantes sobre a diabetes.

 

Um alerta importante neste 7 de abril, Dia Mundial da Saúde: a necessidade de uma atenção especial à diabetes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aproveita a data para lançar o primeiro relatório  sobre a doença, que descreve o peso e as consequências na rotina da população em todo planeta, além de defender a existência de sistemas de saúde mais sólidos, que assegurem uma melhor vigilância, prevenção e uma gestão mais efetiva do problema.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes,  estima-se que há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes no Brasil – ou seja, cerca de 6,9% da população, com viés de crescimento nos próximos anos. De acordo com a instituição, a maioria dos pacientes não apresenta sintomas no início da diabetes.

Por conta desses e outros fatores, a prevenção é palavra de ordem neste Dia Mundial da Saúde. “A ideia é conscientizar a população a respeito de uma doença comum, que pode levar a complicações graves e debilitantes”, explica Rosângela Réa, médica endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe e professora/coordenadora da Unidade de Diabetes do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas da UFPR (SEMPR).  A médica apresenta informações importantes sobre a diabetes e dicas para garantir uma vida saudável. Confira:

TIPOS 

Existem 2 tipos principais de diabetes: o diabetes tipo 1 é responsável por 10% ou menos dos casos e corresponde ao diabetes dependente de insulina, antes chamado de diabetes juvenil. Pode aparecer em qualquer idade, mas tem picos de instalação na metade da primeira década e na adolescência. A causa é genética (transmitida pelos pais), mas a doença não costuma ser hereditária, ou seja, normalmente aparece ao acaso, sem que os pais apresentem a doença.

Já o diabetes tipo 2 é responsável por 90% dos casos de diabetes e está relacionado à obesidade e ao sedentarismo, sendo comum os pais e/ou os avós apresentarem a doença.

No caso do diabetes tipo 1, o mais importante em termos de conscientização, faz-se necessário o alerta para os sintomas, porque pode haver uma grave descompensação do paciente se o tratamento não for iniciado a tempo. Os sintomas relacionados à elevação da glicose no sangue são a poliúria (urinar muito), polidipsia (muita sede) e polifagia (comer muito). Apesar da fome e ingestão excessivas, os pacientes, geralmente crianças e adolescentes, costumam perder peso. Um alerta especial vem sendo feito a respeito de uma incidência aumentada do diabetes tipo 1 na faixa de 0 a 4 anos, uma fase na qual a criança ainda usa fralda e muitas vezes está sendo amamentada, o que dificulta observar tanto o aumento da sede como da diurese.

Em relação ao diabetes tipo 2, que incide com mais frequência  após os 40 anos, é preciso conscientizar a população sobre o fato de que a doença costuma se manter silenciosa (não causar sintomas) por muitos anos e que as pessoas devem procurar os Serviços de Saúde para fazerem exames de sangue regularmente. A prevenção está relacionada à adoção de bons hábitos de vida.

FATORES DE RISCO 

O aumento de peso nas populações, dietas pouco saudáveis e o sedentarismo parecem ligados diretamente ao aumento no número de casos de diabetes tipo 2 e no seu aparecimento cada vez mais precoce. No caso do diabetes tipo 1, especula-se que o aumento no número de casos também possa estar ligado ao ganho aumentado de peso desde a infância, com ativação do quadro imunológico que leva à destruição das células beta do pâncreas, produtoras de insulina.

PREVINA-SE 

1. Mantenha seu peso ideal!

2. Inclua cereais integrais (pão e arroz integral) e uma maior quantidade de verduras e legumes no cardápio.

3. Substitua doces por frutas e evite fast-food.

4. Evite o consumo de bebidas açucaradas, inclusive sucos concentrados (de caixa).

5. Evite bolachas recheadas e prefira óleos vegetais.

6. Reduza o consumo de carnes vermelhas e processadas (salsichas, frios e bacon) e consuma mais peixe e carne branca.

7. Pratique atividades físicas regularmente.

8. Não se estresse! Durma bem e não fume.

 

LEIA TAMBÉM: Dia Mundial da Saúde: evento surpresa marcou o 7 de abril na FPP

 

 

Curso de Extensão em Perícia Criminal

As aulas serão realizadas nos dias 9 e 10 de abril, na Faculdades Pequeno Príncipe

No próximo fim de semana, dias 9 e 10 de abril, a Faculdades Pequeno Príncipe realizará o curso de Extensão em Perícia Criminal. As aulas serão realizadas das 8h às 18h, na Faculdades Pequeno Príncipe (Avenida Iguaçu, 333 – Rebouças).

Confira abaixo a Programação do curso:

 

Data Conteúdo
09/04/16

Sábado

Das 8h às 12h

Exame de Local de Crime

Perícia em local de crime contra a pessoa;

Perícia em local de acidente de trânsito com morte;

Perícia em local de crime contra o patrimônio;

Reprodução simulada.

 

Das 13h às 18h Psicologia Aplicada a Investigação Criminal

Psicologia e crime;

Métodos em psicologia criminal;

Análise de cenas de crime;

Parecer psicológico em criminalística.

10/04/16

Domingo

Das 8h às 12h

Balística Forense

Conceituar balística forense e seus fundamentos teóricos;

Conhecer a classificação de armas de fogo, munições e legislação pertinente;

Conhecer os exames realizados na rotina de trabalho da Seção Técnica de Balística Forense.

Das 13h às 18h Química e Genética Molecular Forense

Exames preliminares em materiais biológicos: sangue, esperma, fios de cabelos, em diferentes suportes, tais como: objetos, vestes, facas revólveres, instrumentos;

Resíduos provenientes de disparo de arma de fogo;

Resíduos em explosivos;

Pesquisa de substâncias inflamáveis aceleradoras de chamas em resíduos de incêndio;

Pesquisa de drogas: cocaína, crack, Lsd, ecstasy;

Pesquisa de venenos;

Exames de natureza diversa;

Análises de identificação genética nas seguintes situações: exames de paternidade decorrente de ação criminosa, análise de perfis genéticos de vestígios biológicos coletados em local de crime ou de vítimas de crimes sexuais, além de identificação de ossadas e restos mortais.

 

H1N1: veja o que funciona (ou não!) contra o vírus

A gripe suína colocou o país em alerta. Saiba como se prevenir

Veja dicas importantes para combater o vírus H1N1.
Veja dicas importantes para combater o vírus H1N1.

Causador da chamada gripe suína e identificado no México há seis anos, o vírus H1N1 já havia provocado 46 mortes no país até o dia 19 de março. A maioria dos casos foi em São Paulo e o alerta é mais que necessário. Para se ter uma ideia do quadro alarmante, em 2015 foram contabilizados 36 óbitos, ou seja, número bastante inferior às estatísticas dos primeiros meses deste ano.

O aumento de registros fora do inverno, quando o vírus se aproveita dos ambientes poucos ventilados para se multiplicar, intriga especialistas. A proliferação em locais bastante visitados por brasileiros, como a Flórida (EUA), e as mudanças climáticas – a umidade é favorável ao H1N1 – estão entre as hipóteses levantadas.

Diante do surto, as pessoas recorrem ao álcool gel e evitam, por exemplo, encostar nas barras de apoio dos veículos do transporte público. Mas serão realmente eficazes medidas como essas? Em reportagem especial sobre o tema, a BBC Brasil conversou com infectologistas para enumerar informações preciosas sobre o assunto. Confira:

FUNCIONA

• Vacina

Para Jean Carlo Gorinchtein, do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, não há dúvida: a forma mais eficaz de se prevenir do H1N1 é a vacina. Ainda que não tenha 100% de eficácia – ela varia de 60% a 90% –, Gorinchtein ressalta a importância da medida, especialmente entre o “grupo de risco”.

Crianças, idosos, grávidas e pessoas com doenças que comprometam a imunidade podem desenvolver sintomas mais graves, como falta de ar. Em casos extremos, o quadro pode evoluir para pneumonia, tuberculose e até meningite.

“Isso não quer dizer que o vírus seja mais agressivo do que outros tipos de Influenza”, ressalta o infectologista Esper Kallas. Todos podem levar a complicações. Só que, por ter sido identificado há pouco tempo, muita gente não tem resistência ao H1N1.

Para os que não estão no “grupo de risco”, o conselho é vacinar-se, mas sem desespero.

Até quem já teve H1N1 precisa se vacinar. Isso porque os anticorpos contra a gripe duram, em média, 12 meses. Depois disso, o nível de proteção cai e é possível pegar de novo. “Não é como a catapora, cujos anticorpos costumam durar toda a vida”, explica Gorinchtein.

Hoje, a rede pública oferece para as pessoas com mais chances de adoecer (gestantes, mulheres que acabaram de dar à luz, idosos e crianças de até 5 anos, entre outros), a vacina trivalente, que protege contra dois tipos de gripe A (entre eles o H1N1) e um tipo da B – de acordo com o Ministério da Saúde, essa é a composição recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na rede particular, além da trivalente, já é possível encontrar a tetravalente, que adiciona a imunização a um segundo tipo B.

 

• Álcool gel e lavar as mãos

Há algumas teorias sobre o tempo de vida do vírus. Segundo o NHS, serviço público de saúde do Reino Unido, os vírus contidos nas microscópicas gotículas que expelimos ao tossir ou espirrar alcançam cerca de um metro. Eles podem ficar suspensos no ar, podendo viver por horas (principalmente em temperaturas baixas), e atingir superfícies e objetos. Em superfícies duras, o H1N1 sobreviveria por até 24 horas.

Logo, explica lembra a equipe do NHS, qualquer um que tocar mesas, maçanetas ou mesmo dinheiro atingidos por essas gotículas pode se contaminar e espalhar o vírus ao tocar outras superfícies e pessoas.

Já de acordo com Gorinchtein, o vírus H1N1 vive normalmente menos de um minuto fora do corpo ao ser expelido junto com as gotículas de saliva ou secreções. “Quando alguém espirra na barra do metrô é preciso que outra encoste ali logo e leve a mão, com vírus, à boca, olhos ou nariz para que se infecte”, diz.

Independentemente de quem está certo, o álcool gel e a água com sabão são a melhor alternativa para reduzir as chances de contaminação. Apesar de não ser uma medida infalível – uma pessoa sempre pode tossir próximo a seu rosto –, ajuda bastante, pois mata os vírus que ficam nas mãos.

O infectologista Esper Kallas lembra que a popularização do álcool gel no Brasil foi fruto da primeira epidemia de gripe suína, em 2009.

  • Tapar a boca ao tossir ou espirrar

Quanto mais rápido os vírus expelidos chegaram às mucosas (boca, nariz e olhos) de uma pessoa, mais provável será a contaminação.

Por isso, proteja sua boca ao tossir ou espirrar. A infectologista Angela Rocha, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Recife, explica que, nos três primeiros dias da doença, quando o vírus está se multiplicando intensamente, a carga viral em cada espirro é maior.

Nesse período, é preciso atenção redobrada. Normalmente, o ciclo da gripe dura uma semana.

De acordo com o serviço de saúde britânico, caso as mãos sejam usadas para tapar a tosse, espirro e limpar o nariz, é preciso lavá-las para evitar espalhar o vírus – a concentração na pele pode ficar alta por até cinco minutos.

O ideal, afirma o NHS, é usar lenços de papel para cobrir a boca e o nariz e jogá-los no lixo o mais rápido possível – o vírus pode sobreviver neles por cerca de 15 minutos, ou seja, nada de reaproveitar.

O QUE NÃO FUNCIONA

• Pronto-socorro

Começou a tossir? A garganta está arranhando? Não vá ao pronto-socorro. “O melhor lugar de se pegar a gripe é o pronto-socorro. Você fica seis horas na sala de espera. Acha que é alguma coisa, acaba não sendo nada. E dois dias depois está com gripe”, explica o infectologista Esper Kallas.

O especialista  ressalta que, ao ser infectado pelo H1N1, é preciso deixar a doença seguir seu curso natural e acompanhar os sintomas. Caso eles piorem, haja falta de ar ou secreções avermelhadas e com pus, é hora de procurar um médico.

• Máscara

Comprou uma máscara na farmácia e acha que está protegido? Não é bem assim. O infectologista Esper Kallas estima que máscaras feitas de feltro e tecido têm vida útil de quinze minutos. “Depois disso, elas já não têm mais eficácia. Ficam úmidas com a respiração e os poros do material vão abrindo. É como se não estivesse usando uma”, ressalta

Kallas lembra que as máscaras que funcionam têm “um sistema bem mais complexo” e são mais difíceis de encontrar. Também são mais desconfortáveis

Angela Rocha, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, diz que elas podem ser eficientes para contatos rápidos: “Já ajuda”, diz.

• Ficar só um dia em casa

O NHS, serviço público de saúde britânico, recomenda que a pessoa infectada fique longe do trabalho ou escola até se sentir melhor, o que deve ocorrer em cerca de uma semana.

Isso porque o período mais contagioso, geralmente iniciado quando os sintomas aparecem, pode durar até sete dias – crianças e pessoas com baixa imunidade podem precisar de uma folga ainda maior, já que nelas o vírus permanece ativo por mais tempo.

Ou seja: não dá para mascarar os sintomas com antitérmico e, por exemplo, mandar os filhos para a escola. As dicas também valem para outros tipos de gripe.

• Utilizar remédios sem controle

Especialistas afirmam que, via de regra, a gripe causada pelo H1N1 vai embora depois de alguns dias, assim como as outras.

Por isso, recomenda o serviço britânico, o melhor é ficar em casa e beber bastante água para evitar a desidratação. Remédios para febre e dor podem ser usados para amenizar os sintomas.

De acordo com o Ministério da Saúde, há a oferta, em todo o país, do medicamento oseltamivir (o Tamiflu), receitado de acordo com a avaliação médica. Também é importante que o remédio seja administrado nas primeiras 48 horas dos sintomas.

** Com informações da BBC Brasil e UOL

Profissionais da saúde lideram ranking de acidentes laborais no Brasil

O assunto será um dos destaques do congresso a ser promovido pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), em maio, na cidade de Foz do Iguaçu

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Ao ano, são mais de 65 mil ocorrências de acidentes laborais com profissionais da área da saúde.

Um dado alarmante: os profissionais da saúde lideram o ranking de acidentes laborais no Brasil. Ao ano, são mais de 65 mil ocorrências. Vários fatores, como a carga horária exaustiva a que se submetem médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos, explicam esse resultado.

Por conta disso, o tema será um dos destaques do principal congresso da área, a ser promovido pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), entre os dias 16 e 19 de maio, em Foz do Iguaçu. Um painel temático, no primeiro dia do evento, recebeu o nome de “Cuidando de quem cuida”, reunindo especialistas reconhecidos no país e internacionalmente.

Para Rafael Torres, médico preceptor do Programa de Residência Médica em Medicina do Trabalho, Medicina Legal e Perícias Médicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, as condições do trabalho e da saúde dos médicos são negligenciadas. “Há várias questões envolvidas nesta negligência, desde a postura dos médicos, altamente resistentes aos exames periódicos, até aspectos da organização do trabalho com um número excessivo de horas trabalhadas, na maioria das vezes, de forma autônoma”, explica.

Principais acidentes

Os profissionais de enfermagem, seguidos pelos médicos e estudantes (residentes e estagiários), são os grupos de trabalho mais expostos aos riscos. Entretanto, explica o médico especialista em Medicina do Trabalho, Marcelo Pustiglioni, as equipes da higienização e limpeza também aparecem nas estatísticas de maneira importante, pois refletem as falhas no descarte de material contaminado e porque, ao se acidentarem, é muito difícil identificar o paciente/fonte e isso complica muito a decisão de quimioprofilaxia.

Entre os principais acidentes de trabalho em serviços de saúde, o médico diz que, sem dúvida, são aqueles com exposição ao material biológico, particularmente sangue e secreções. Seja os veiculados por material perfurocortante, como agulhas e lâminas, seja por respingos em mucosas, como os olhos e a boca, ou ainda as soluções de continuidade na pele, como cortes e feridas.

Sensibilizar os gestores sobre a necessidade de implantação de ações de segurança e saúde no trabalho, capacitar o trabalhador quanto aos riscos ocupacionais e como se proteger, além  de exigir que o governo faça a sua parte, que é legislar e fiscalizar de maneira competente, são os principais obstáculos e desafios a serem vencidos no sentido de propiciar ambientes saudáveis aos trabalhadores da saúde, de acordo com Pustiglioni.

** Com informações da ANAMT e CRM-PR.

Extensão: confira os cursos oferecidos nos meses de setembro e outubro

Aulas são realizadas nos fins de semana

A Faculdades Pequeno Príncipe oferece novos cursos de extensão nos meses de setembro e outubro.

Com a extensão em módulos, a instituição permite o ingresso de profissionais que buscam conhecimento em segmentos específicos, de forma rápida e em horários acessíveis.

Confira:

As inscrições devem ser feitas neste site (veja os links disponíveis nos cursos).
As inscrições devem ser feitas neste site (veja os links disponíveis nos cursos).

SETEMBRO

Cuidados de Enfermagem em Dor em Pediatria e Cuidados Intensivos Neonatais – CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES

Urgência e Emergência na Psicologia – CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES

Distúrbios Respiratórios em Pediatria e Cuidados Intensivos Neonatais – CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES 

Farmácia Clínica nos Distúrbios Respiratórios e Interpretação de Exames Laboratoriais – CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES

OUTUBRO

Clínica de Doenças Crônicas – CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES

Feridas em Pediatria e Cuidados Intensivos Neonatais – CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES

Cuidados Paliativos – CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES

Em caso de dúvidas ou para mais informações, entre em contato pelo telefone (41) 3310-1500.

 

De acordo com a OMS, poluição mata 12,6 milhões de pessoas por ano

Organização Mundial da Saúde divulgou relatório alarmante sobre o assunto na semana passada

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Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado na semana passada, revela que 12,6 milhões de pessoas morrem a cada ano por causa da poluição. No relatório “Prevenção da doença através de ambientes saudáveis: uma avaliação global dos riscos ambientais”, a poluição do ar, da água e do solo, a exposição a produtos químicos e até as mudanças climáticas são apontadas como elementos que contribuem para a ampliação das mortes causadas por doenças não transmissíveis.

“Se os países não tomarem medidas para tornar saudáveis os ambientes em que as pessoas vivem e trabalham, milhões continuarão a ficar doentes e morrer ainda muito jovens”, alertou a diretora geral da OMS, Margareth Chan.

Na mesma linha, a pesquisadora Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública e Ambiental da OMS, afirma que é preciso que os países façam investimentos para reduzir os riscos ambientais. “Tais investimentos podem reduzir significativamente, em todo o mundo, a carga crescente de doenças cardiovasculares e respiratórias, lesões e cânceres”, disse.

A poluição do ar, que inclui a exposição à fumaça de cigarro, é o que mais preocupa. De acordo com o estudo, são 8,2 milhões de mortes por ano causadas por esse fator. Entre as doenças relacionadas ao ar poluído estão as cardiopatias, alguns tipos de câncer e doenças respiratórias crônicas.

Material particulado

Um dos inimigos é o chamado material particulado. Esse tipo de material é resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. De acordo com a OMS, a exposição diária máxima aceitável a esse poluidor é de até 10 microgramas por metro cúbico de ar. Porém, em muitas cidades do mundo, o nível de concentração fica acima disso.

Na região do Aeroporto de Congonhas (SP), por exemplo, a média de concentração desse material na tarde da última quinta-feira (17) era de 30 microgramas por metro cúbico de ar, lavando em conta monitoramento da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. Na média das últimas 24 horas, a concentração era de 24 microgramas por metro cúbico de ar. Esse nível de concentração já é prejudicial à saúde e está relacionado, por exemplo, ao aumento de internações de idosos devido a problemas respiratórios.

O que torna o material particulado tão perigoso é o tamanho das partículas que o formam. Inferiores a 10 micrômetros, essas partículas vencem as barreiras respiratórias e atingem os alvéolos pulmonares. Além disso, junto com o dióxido de carbono, o material particulado também está relacionado ao aumento da pressão sanguínea e à arritmia cardíaca, outras duas importantes causas de mortes prematuras no mundo.

Grupos

Ainda de acordo com o relatório da OMS, crianças com menos de 5 anos e adultos entre 50 e 75 anos são os grupos mais impactados pela poluição. Estima-se que a morte de 1,7 milhão de crianças e de 4,9 milhões de adultos poderiam ser evitadas a cada ano se houvesse uma melhor gestão do ambiente.

As crianças são particularmente prejudicadas pela poluição da água. Embora a melhora nas qualidades de saneamento tenha feito reduzir as mortes por doenças infecciosas, os menores de cinco anos ainda sofrem com infecções causadas por águas contaminadas. Por ano, 846 mil pessoas morrem em todo o mundo devido às chamadas doenças diarreicas.

O relatório da OMS também mostra que a população de países de baixa e média renda localizados no Sudeste da Ásia e no Oeste do Pacífico foi a que mais sofreu os impactos da poluição na saúde. Pelo levantamento, nessas regiões se registra 7,3 milhões de mortes relacionadas à poluição a cada ano. A maior parte delas devido à baixa qualidade do ar.

** Com informações da Gazeta do Povo.

Vacina brasileira contra a dengue é aprovada nos EUA

Resultado comprova o êxito da parceria entre o Instituto Butantan e os Institutos Nacionais da Saúde dos Estados Unidos (NIH)

O resultado foi publicado na revista Science Translational Medicine.
O resultado foi publicado na revista Science Translational Medicine.

Um teste feito pelos  Institutos Nacionais da Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) revelou que a vacina contra a dengue, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan,  oferece proteção completa contra o vírus. Os resultados do estudo foram publicados no dia 16 de março pela revista Science Translational Medicine.

O estudo, feito por pesquisadores do NIH e da Universidade Johns Hopkins, também nos Estados Unidos, baseia-se em um modelo conhecido como “desafio em humanos”, no qual os voluntários são imunizados e depois recebem uma forma amenizada do vírus para avaliar a eficácia da vacina.

Participaram do teste clínico 41 voluntários que nunca tiveram dengue. Destes, 21 receberam a vacina e outros 20 o placebo. Seis meses depois, todos eles foram infectados com uma variante atenuada do sorotipo 2 do vírus – aquele cuja prevenção por vacinas é considerada a mais difícil entre os quatro sorotipos.

A autora principal do estudo, Anna Durbin, da Universidade Johns Hopkins, afirma que o vírus amenizado, produzido pelos norte-americanos, é capaz de infectar uma alta porcentagem dos voluntários sem causar sintomas mais graves da doença. Em geral, os pacientes apresentam apenas manchas na pele, mas não chegam a ter febre.

Os resultados mostraram que os voluntários que receberam o placebo tiveram sintomas moderados da doença. Entre os que receberam a vacina, 100% ficaram completamente protegidos da infecção e não apresentaram qualquer sintoma.

Repercussão

De acordo com o diretor do Butantan, Jorge Kalil, o teste é bem-vindo e comprova os resultados obtidos na fase 2 dos testes clínicos, feita pela instituição. “É um estudo interessante e importante, porque dificilmente as autoridades sanitárias brasileiras permitiriam que fizéssemos um desafio do tipo, usando o vírus vivo”, comenta.

Agora os autores esperam desenvolver o modelo de desafio em humanos para outros vírus, incluindo o zika. “Acreditamos que um teste-desafio em humanos pode ser desenvolvido para zika. Ele seria uma ferramenta para acelerar o desenvolvimento de uma vacina contra essa doença”, afirma Anna.

De acordo com Stephen Whitehead, do Instituto de Alergias e Doenças Infecciosas do NIH e um dos autores do artigo, os dados obtidos no estudo já haviam sido considerados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quando o órgão aprovou a realização da terceira fase dos testes clínicos, que começou em fevereiro. Os testes incluem a imunização de 17 mil voluntários humanos, que serão acompanhados ao longo de alguns anos.

 

** Com informações da Veja e Estadão Conteúdo.

ÚLTIMO DIA de inscrições para cursos de Especialização

Há vagas para Auditoria para Hospitais, Serviços, Sistemas e Planos de Saúde, Biologia Molecular e Qualidade e Segurança no Paciente


Os cursos de Enfermagem em Pediatria e Cuidados Intensivos Neonatais, Farmácia Clínica e Psicologia da Saúde e Hospitalar seguem com inscrições abertas pelo site até o dia 16 de março. Após essa data, os interessados devem se inscrever diretamente na secretaria da Faculdades Pequeno Príncipe (Avenida Iguaçu, 333 – Rebouças). As aulas para esses três cursos terão início em 19 de março.

Já os cursos de Auditoria para Hospitais, Serviços, Sistemas e Planos de Saúde, Biologia Molecular e Qualidade e Segurança no Paciente tiveram inscrições prorrogadas até o dia 13 de abril. Os cursos estão previstos para começar também no mês de abril.

Bioluminescência é diferencial de startup francesa

Empresa utiliza bactérias para iluminar fachadas e ruas sem gastar eletricidade

A ideia é utilizar o método, que não consome eletricidade, para iluminar lojas, prédios, pontos de ônibus e placas de sinalização
A ideia é utilizar o método, que não consome eletricidade, para iluminar lojas, prédios, pontos de ônibus e placas de sinalização

Uma ideia inovadora levou a startup Glowee a ganhar espaço no noticiário internacional. A empresa utiliza a bioluminescência (emissão de luz por seres vivos, resultante de uma reação química provocada por um gene) para iluminar vitrines de lojas, fachadas de prédios, monumentos e outros espaços públicos, além de mobiliário urbano, como pontos de ônibus e placas de sinalização.

“A ideia surgiu após assistirmos a um documentário sobre os peixes das profundezas marinhas, que produzem sua própria luz”, disse à BBC Brasil Sandra Rey, cofundadora da Glowee. Na época, ela era estudante de design.

As bactérias (não patogênicas e nem tóxicas), que recebem o gene de luminescência de lulas, são cultivadas em uma solução com nutrientes e açúcar para se multiplicar

Os microrganismos vivos e geneticamente modificados são depois colocados em uma espécie de “lâmpada”: invólucros de resina orgânica que podem ter várias formas e que também são adesivos, o que permite fixá-los à superfície que será iluminada.

  • Com informações da BBC Brasil.

3.º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva aceita inscrições de trabalhos científicos e relatos de experiência até o dia 2 de maio

O evento será realizado, de 27 a 30 de julho, na Universidade Federal do Paraná - Campus Litoral, em Matinhos

A Universidade Federal do Paraná – Campus Litoral, em Matinhos, recebe, de 27 a 30 de julho, o 3.º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva. O evento conta com intensa programação de atividades, que inclui apresentações de trabalhos científicos, relatos de experiência e oficinas.

As inscrições de trabalhos devem ser feitas até o dia 2 de maio (clique aqui para conferir todas as informações necessárias), de acordo com os seguintes eixos temáticos:

1. Políticas Públicas de Saúde/Redes de Atenção à Saúde
2. Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde
3. Formação em Saúde e Integração ensino-serviço-comunidade
4. Planejamento e Gestão em Saúde
5. Vigilância em Saúde
6. Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde
7. Tecnologias do Cuidado em Saúde Pública

Em caso de dúvidas ou na necessidade de mais informações, entre em contato pelo e-mail congressoinesco@unicacuritiba.com.br.