Janeiro Roxo: campanha alerta para o tratamento precoce da hanseníase – Faculdades Pequeno Príncipe

Janeiro Roxo: campanha alerta para o tratamento precoce da hanseníase

Brasil é o segundo país com maior incidência da doença no mundo

Conscientizar a população para o tratamento de uma das enfermidades mais antigas da humanidade. Este é o objeto da campanha Janeiro Roxo, que aborda questões relativas à hanseníase.

A lepra, como é popularmente conhecida, é uma doença crônica e transmissível que se manifesta, principalmente, por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormência e diminuição de força nas mãos e pés. Sua evolução depende muito do sistema imunológico da pessoa infectada, após a infecção os primeiros sinais e sintomas levam, em média, de 2 a 7 anos para se manifestar           .

O paciente infectado pode apresentar manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo e, na maioria dos casos, com diminuição ou ausência de sensibilidade ao calor, frio ou tato. Além disso, febre, edemas e dor nas juntas, ressecamento dos olhos, caroços na pele, dormência, diminuição de força e inchaço nas mãos e pés são alguns dos sintomas da doença.

Números no Brasil

O último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde sobre a doença revela que o Brasil ocupa a 2ª posição do mundo entre os países que registram casos da doença. Em 2016 foram identificados 25,2 mil novos casos da patologia, o que presenta 11,6% do total global de novas ocorrências.

A hanseníase é transmitida pelas vias áreas superiores (tosse ou espirro), por meio do convívio próximo e prolongado com uma pessoa doente sem tratamento.

O tratamento é feito com associação de antibióticos, sendo a primeira dose mensal supervisionada pelo profissional de saúde e as demais realizadas pelo próprio paciente.

Informações: Sociedade Brasileira de Dermatologia e site Minha Vida