Notícias – Página: 30 – Faculdades Pequeno Príncipe

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Estudantes do curso de Enfermagem simulam julgamento do SUS

No dia 16 de junho, a turma do 1º período de Enfermagem participou de um júri simulado. Todos os acadêmicos foram envolvidos na ação: alguns como juízes, outros como jurados. Houve ainda testemunhas de defesa e de acusação. O réu do processo foi o Sistema Único de Saúde- SUS. Durante quase duas horas, os estudantes ouviram relatos de bons e maus atendimentos prestados em hospitais e Unidades Básicas de Saúde.

Discutiu-se a função da equipe de saúde no processo de cuidado, e as conclusões mostraram que todos os profissionais que atuam no SUS fazem parte do Sistema e, portanto, ainda que haja responsabilidade pessoal em alguns casos, o Sistema pode ser julgado pelos atos de seus fun

cionários, e também pela falta de material, infraestrutura ou espaço adequado para atendimento.

O julgamento simulado é uma Metodologia Ativa que ainda não havia sido utilizada na FPP. A atividade foi o resultado de discussões realizadas nas disciplinas de Ética e Bioética e Ciências Sociais. Para a Profª. Dra. Leide Sanches, responsável pela disciplina de Ciências Sociais, promover essa atividade coloca o aluno no centro da aprendizagem. “Esse foi um projeto piloto que eu pretendo levar para outras disciplinas e outros cursos”, informa.

O acadêmico Daniel Felipe Schons Tomasel, que fez o papel de juiz, achou a proposta inovadora. “Tivemos que correr atrás de material, de conteúdo, montar algumas histórias que realmente acontecem no dia a dia do Sistema Único de Saúde, isso tirou das costas do professor a responsabilidade de trazer o conteúdo para vermos. Nós participamos de todo o processo, e isso nos ensinou”.

A Profª Me. Karin Rosa Persegona Ogradowski, responsável pela disciplina de Ética e Bioética também considera que a atividade atingiu o objetivo. “Cada aluno assumiu um papel, defendeu-o utilizando a teoria, soube se colocar, soube refletir sobre o fazer do enfermeiro e trabalhou em grupo. Era um grupo de 37 pessoas que conseguiu se orquestrar. Eu estou satisfeita”.

Doodle Google presta homenagem ao cientista que descobriu os tipos sanguíneos A, B, AB e O

O austríaco Karl Landsteiner completaria 148 anos nesta terça-feira (14/06)

O cientista austríaco Karl Landsteiner ganhou homenagem especial do Google.
O cientista austríaco Karl Landsteiner ganhou homenagem especial do Google.

 

A homenagem do Google ao cientista.
A homenagem do Google ao cientista.

 

Uma justa homenagem ao cientista austríaco Karl Landsteiner (1868 – 1943) foi prestada pelo Google nesta terça-feira (14/06). No dia em que o pesquisador completaria 148 anos, a logo do site de buscas foi repaginada.

O Doodle Google, que consiste em mudanças na marca do buscador para celebrar feriados, aniversários e as trajetórias de cientistas e artistas famosos, celebra os grandes feitos de Landsteiner, que com suas descobertas salvou a vida de milhões de pessoas. Em 1901, o cientista descobriu a existência dos tipos sanguíneos A, B, AB e O, e que as pessoas com o mesmo grupo de sangue ou sangue compatível podem receber transfusões umas das outras. O cientista descobriu também o fator RH, que indica se o tipo é positivo ou negativo.

A logo do Google foi substituída por uma tipografia vintage, remontando à época de Karl. O desenho do médico, com sua bata branca e prancheta de anotações, bem como o seu característico bigode, está na frente do primeiro “o” da marca. Ao lado dele, uma mesa com vários tubos de ensaio contendo sangue. Por cima de cada tubo de ensaio, há um glóbulo vermelho gigante flutuando e girando. E, por cima dele, uma letra. O, A, B e AB são os tipos sanguíneos existentes.

 

** Com informações do site Techtudo

Docentes da FPP participam da I Oficina de Habilidades e Simulação no Contexto da Educação em Saúde

A capacitação ficou sob responsabilidade do Prof. Dr. Gerson Alves Pereira, da USP

O Prof. Dr. Gerson Alves Pereira, da USP: capacitação em prol de uma melhor formação na área da saúde.
O Prof. Dr. Gerson Alves Pereira, da USP: capacitação em prol de uma melhor formação na área da saúde.

Mais de 40 professores dos cursos de graduação da Faculdades Pequeno Príncipe participaram da I Oficina de Habilidades e Simulação no Contexto da Educação em Saúde, realizada nos dias 10 e 11 de junho no campus da instituição. A capacitação ficou sob orientação do médico Gerson Alves Pereira, professor da Universidade de São Paulo e doutor em Medicina (Clínica Cirúrgica) também pela USP.

O encontro foi dividido em atividades teóricas e práticas, que reforçaram a importância desta metodologia para a formação dos futuros profissionais da saúde. “Esse treinamento aos docentes é de extrema importância para o desenvolvimento das capacidades dos alunos dos cursos da área da saúde, pois permite aliar a teoria e a prática dentro de um ambiente controlado, podendo repetir e refletir sobre o procedimento em caso de erro e garantindo também a segurança do paciente”, reitera o Prof. Dr. Gerson Alves Pereira.

Cientistas das áreas de Biomedicina e Ciência dos Materiais lideram ranking mundial

Levantamento da Thomson Reuters, que monitora a produtividade nas áreas de ciência e inovação, aponta os profissionais que tiveram mais trabalhos citados nos últimos 11 anos

A geneticista Stacey Gabriel, do Instituto Broad, de Cambridge (EUA), lidera o ranking.
A geneticista Stacey Gabriel, do Instituto Broad, de Cambridge (EUA), lidera o ranking.

Cientistas das áreas de Biomedicina e Ciência dos Materiais são os responsáveis pelos trabalhos mais citados nos últimos 11 anos. O resultado faz parte de um relatório da  Thomson Reuters, empresa que monitora a produtividade mundial nas áreas de ciência e inovação. O levantamento foi divulgado em maio.

No topo da lista está a geneticista Stacey Gabriel, do Instituto Broad, de Cambridge (EUA), com 25 artigos de referência. Criado pela Universidade Harvard e pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o instituto lidera o Atlas de Genoma do Câncer, que mapeia genes ligados a diversos tipos de tumor.

A iniciativa gerou um impacto tão grande na área de pesquisa sobre oncologia que outros cinco pesquisadores do Broad estão entre os 19 mais citados da década. Um deles é Eric Lander, que foi um dos líderes do Projeto Genoma Humano, e continua a ser altamente citado na pesquisa de câncer.

Outro cientista na lista é Feng Zhang, do MIT, um dos pioneiros no desenvolvimento da tecnologia CRISPR, que está revolucionando a biologia como uma técnica rápida e barata para fazer alterações genéticas precisas em organismos. Em menos de uma década ele foi capaz de produzir 14 estudos de ponta.

Além da lista dos 19 cientistas superstars, a Reuters divulgou um relatório com nomes dos 3.000 pesquisadores mais citados da última década, mas sem divulgar sua quantidade de estudos “quentes”. Quatro deles estão em atividade no Brasil.

Um deles é o climatologista Paulo Artaxo, da USP, que estuda o papel de partículas aerossóis na atmosfera, o clima da Amazônia e a mudança climática. Os outros são Álvaro Avezum, do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese; Ado Jorio, físico da área de óptica na Universidade de Minas Gerais; e Sven Wunder, economista do Cifor (Centro para Pesquisa Florestal Internacional).

 

** Com informações do Correio do Estado

Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe desenvolve pesquisas para detectar risco de câncer e imunodeficiências primárias

Com uma gota a mais de sangue coletada no teste do pezinho, o exame de DNA trouxe benefícios a milhares de crianças

teste_dna

Uma única picada no calcanhar dos bebês pode detectar com antecedência doenças sérias que afetam o desenvolvimento das crianças. Esse é o Teste do Pezinho, um exame de triagem neonatal obrigatório que deve ser feito após as primeiras 48 horas do bebê e até o quinto dia de vida. Tamanha é a importância que nesta semana, no dia 6/6, comemorou-se o Dia do Teste do Pezinho.

O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, em Curitiba, é o único centro mundial a identificar – com uma gota a mais de sangue coletada no teste – uma mutação ligada ao desenvolvimento de um câncer pediátrico, o tumor do córtex adrenal (TCA). Além disso, com uma nova pesquisa, também é possível diagnosticar imunodeficiências primárias (IDPs).

A investigação precoce dessas doenças, a partir de testes genéticos, salva vidas. Descobrir as enfermidades em seu estágio inicial eleva a chance de cura em quase 100%.

A diretora geral do IPP, Ety Cristina Forte Carneiro, e a equipe de pesquisadores.
A diretora geral do IPP, Ety Cristina Forte Carneiro, e a equipe de pesquisadores.

A pesquisa

Entre 2006 e 2011, o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe realizou um estudo no Paraná que analisou 172 mil amostras em busca de mutações genéticas, com o objetivo de diagnosticar precocemente o TCA. “Na ocasião, 353 famílias foram classificadas com a doença – a maior concentração em um estudo do mundo. Além das crianças, suas famílias foram monitoradas e rastreadas, o que aumentou o índice para 180 mil amostras”, explica o PhD em cancelorogia e pediatria Bonald Figueiredo, responsável pelo estudo junto com outros 29 pesquisadores.

Todos os bebês que nasceram desde então das famílias acompanhadas ainda têm testes hormonais e ecografias realizadas periodicamente no Hospital Pequeno Príncipe. Isso representa mais de 700 crianças em análises.

O estudo já ganhou dois grandes prêmios em função da relevância científica. Em 2006, recebeu o Prêmio Saúde Oncologia América Latina, na categoria trabalho científico e, em 2013, o Prêmio Abril de Saúde, na categoria Saúde da Criança.

Uma nova pesquisa, inspirada nos estudos anteriores, teve início em 2015. Atualmente, o instituto monitora 605 famílias com a mutação (21 mil pessoas) e ainda busca identificar imunodeficiências primárias – um mau funcionamento do sistema imunológico presente desde o nascimento. A novidade representa ainda mais chances de cura e vida para milhares de pequenos pacientes.

Sobre o Complexo Pequeno Príncipe

O Complexo está localizado em Curitiba e trabalha na tríade assistência, ensino e pesquisa. Inclui o maior hospital exclusivamente pediátrico do país, com 370 leitos, que é referência em 32 especialidades, incluindo ortopedia, cardiologia e transplantes de coração, rim e medula óssea. Por ano, são mais de 300 mil atendimentos, sendo 23 mil cirurgias.

O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe desenvolve, atualmente, 100 estudos em sete linhas de pesquisas. Conta com uma equipe de 16 pesquisadores. Em parceria com a Faculdades Pequeno Príncipe mantém o doutorado em Biotecnologia Aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente. A Faculdades oferece cursos de Medicina, Biomedicina, Farmácia, Enfermagem e Psicologia, além de dois mestrados na área de saúde e especializações.

Educar para Prevenir leva informação em saúde para escolas de Curitiba e região

O projeto de extensão da FPP promoveu uma ação bastante interativa com estudantes do Colégio São Camilo, de Pinhais, em torno dos temas zika vírus, dengue e chikungunya

Acadêmicos da FPP interagem com estudantes do ensino fundamental e médio para trazer à tona importantes discussões na área da saúde.
Acadêmicos da FPP interagem com estudantes do ensino fundamental e médio para trazer à tona importantes discussões na área da saúde.

Há 7 anos, o projeto de extensão Educar para Prevenir leva informação em saúde para estudantes do ensino fundamental e médio de Curitiba e região metropolitana. A ação, que envolve todos os cursos de graduação da Faculdades Pequeno Príncipe, permite que os acadêmicos interajam com os jovens e desenvolvam uma série de habilidades.

De acordo com a coordenadora geral do programa, professora Leide da Conceição Sanches, o Educar para Prevenir traz ganhos importantes aos futuros profissionais da saúde. “É como uma via de mão dupla: nossos estudantes levam muita coisa, mas também trazem inúmeras experiências. É uma troca muito grande, aliada a uma forte preparação”, reitera.

Em 2016, por exemplo, o projeto de extensão está focado no trabalho em torno do zika vírus, dengue e chikungunya. Os cerca de 20 acadêmicos participantes da ação foram até o Colégio São Camilo, em Pinhais, no dia 1.º de junho, para debater os temas com alunos do ensino fundamental e médio.

Uma das atividades foi a apresentação de uma paródia, inspirada na canção “Química”, sucesso do jovem cantor Biel. “A nossa versão foi muito bem recebida pelos alunos. Eles realmente se empolgaram”, conta o biomédico Gabriel Selonke dos Santos, que atua no projeto desde 2012.

Para Santos, que se formou na FPP no fim de 2015, o Educar para Prevenir é uma excelente oportunidade para todos os acadêmicos. “Desenvolve a segurança e até a didática, é uma forma de apresentar os temas da saúde para outras pessoas que não são da área”, conta o profissional, que recentemente iniciou na instituição o mestrado em Biotecnologia Aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente.

A acadêmica Luana Rayana de Santi, do 5.º período de Psicologia, participa desde o ano passado do projeto. A jovem acredita que a iniciativa contribui muito com a formação dos participantes. “Me ajudou muito a compreender o papel do psicólogo na promoção da saúde. Foi um complemento interessante ao que aprendemos em sala de aula”, fala.

Coordenadores e alunos participantes do Educar para Prevenir.
Coordenadores e alunos participantes do Educar para Prevenir.

Experiências

As professoras Fernanda Daros e Graziele Mancarz, que também atuam como coordenadoras do projeto, lembram que os acadêmicos podem ingressar a qualquer momento na ação. “Tivemos uma procura bem interessante nas últimas semanas. O projeto consulta os colégios para entender os temas pertinentes e de interesse”, comenta Fernanda.

O êxito da ação permite que nasçam novas parcerias. “Depois da apresentação no São Camilo, uma professora já demonstrou interesse de levar o Educar para Prevenir a outra escola”, reitera Fernanda Daros.

Em termos de desenvolvimento acadêmico, a professora Graziele lembra que, além da comunicação, o projeto agrega outras inúmeras questões. “Reforça a importância do trabalho em equipe, da interdisciplinaridade, além do respeito e cuidado ao próximo, que são valores trabalhados pela FPP”, avalia.

A professora Maria Cecília da Lozzo Garbelini também atua na coordenação geral do Educar para Prevenir, que tem reuniões semanais, às segundas-feiras, com todos os participantes.

  • Combata o zika vírus, dengue e chikungunya com a paródia do Educar para Prevenir (baseada no hit “Química”, de Biel)

No verão, hein

Foi chegando, hein

O mosquito, hein

Tem que cuidar pra não se infectar

 

Tem a dengue e o zika

Chicungunya

Tem que cuidar pra não proliferar

 

Agua parada é prejudicial

Larva vem, larva vem

Transforma o mosquito e pica geral

Não faz bem, não faz bem.

 

Mancha no corpo, coça total

E a febre vem aí

E a dor no corpo é sem igual (Au!)

Na pele erupção

E um cansaço sem fim

Dor na articulação

E vômito, que ruim

Pode ter Guillan Barré

E tem a dor no olhar

E você tem que cuidar

Pra não desidratar

Então..

 

No verão, hein

Foi chegando, hein

O mosquito, hein

Tem que cuidar pra não se infectar

 

Mexe que mexe comigo, logo o sintoma vai se mostrar

Mexe que mexe comigo, um pouco ele pode se demorar

Mexe que mexe comigo, em dois dias vai me atacar

Mexe que mexe comigo, até sete dias pode durar

 

A doença é louca

E vacina é legal

Mas não tem, mas não tem

É pandemia

Preocupa geral

 

Vem que vem, vem que vem

Água parada, deixou no quintal

Disse “ai, me esqueci”

Foi o vizinho, que se deu mal mal!

Tem que fazer prevenção

E não é nada ruim

Você ajuda um montão

Sem micro no bebezinho

Eu sei que você não quer

A dengue pegar

Nem a zika e a chica

Vamos lá fora cuidar

Então…

 

No verão, hein

Foi chegando, hein

O mosquito, hein

Tem que cuidar pra não se infectar.

Tem a dengue

E o zika Chicungunya

Tem que cuidar pra não proliferar

Mexe que mexe o mosquito, o aedes nós vamos matar

Mexe que mexe o mosquito, machos inférteis vamos soltar

Mexe que mexe o mosquito, repelente você tem que passar

Mexe que mexe o mosquito, doença nenhuma você vai pegar

 

No verão, hein

Foi chegando, hein

O mosquito, hein

Tem que cuidar pra não se infectar

Tem a dengue

E o zika Chicungunya

Tem que cuidar pra não proliferar

  • Acadêmicos da FPP interagem com estudantes do ensino fundamental e médio para trazer à tona importantes discussões na área da saúde.

Conselho Nacional de Saúde proíbe formação de profissionais por EAD

Decisão veta a oferta de cursos de graduação e técnicos a distância

Decisão do CNS está alinhada com os conselhos profissionais da área de saúde.
Decisão do CNS está alinhada com os conselhos profissionais da área de saúde.

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou, em sessão plenária realizada em Fortaleza no dia 2 de junho, a proibição de cursos de graduação e formação técnica a distância na área em todo país. “A decisão é uma vitória para a saúde coletiva e, especialmente, para os conselhos de Enfermagem, que estão em uma luta aguerrida pelo ensino presencial e de qualidade”, afirmo o presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Manoel Neri.

Os conselhos profissionais da área de saúde firmaram, desde 2011, posição unânime contra a formação não presencial. “Reconhecemos a potencialidade da EAD para cursos de atualização, mas entendemos que as habilidades teórico-práticas e relacionais exigidas dos futuros profissionais não podem ser desenvolvidas sem contato com pacientes e equipamentos de saúde”, contextualiza o presidente do Coren-CE, Osvaldo Albuquerque, também presente na sessão. Disciplinas a distância podem compor até 20% dos cursos presenciais.

Clique aqui para conferir reportagem sobre o assunto.

** Com informações do site do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)

Confira a lista de aprovados no processo seletivo de novos docentes para o curso de Medicina da FPP

Os selecionados para lecionar a partir do 2.º semestre de 2016 devem agendar entrevista com a coordenação da graduação até o dia 3 de junho

Os participantes do curso de formação docente com a coordenadora do curso de Medicina da FPP: educação em saúde com diferenciais.
Os participantes do curso de formação docente com a coordenadora do curso de Medicina da FPP: educação em saúde com diferenciais.

 

A Faculdades Pequeno Príncipe divulga o resultado do processo seletivo de novos docentes para o curso de Medicina (clique aqui e confira a relação e outras informações). Parte dos aprovados pode iniciar as atividades já no segundo semestre de 2016, mas é necessário entrar em contato com a secretária da graduação, pelo telefone (41) 3310-1503, para agendar entrevista com a coordenação até as 17 horas do dia 3 de junho.

A FPP tem como diferencial a oferta gratuita de um curso de formação para profissionais interessados em seguir carreira na área da educação. Desde março, os candidatos selecionados tiveram atividades especiais com foco em metodologias ativas, uma concepção educativa que estimula a crítica e a reflexão no processo de ensino e aprendizagem. “O curso de Medicina da FPP foi construído já dentro de uma nova concepção de formação. Então ele segue as diretrizes curriculares estabelecidas pelo MEC, mas tem como base os currículos modernos internacionais. Ele considera a cada atendimento as questões psicológicas, sociais e a família do paciente que está sendo atendido”, comenta a coordenadora do curso, professora Dr.ª Izabel Cristina Meister Martins Coelho.

A partir desta proposta, o educador participa ativamente do processo, em situações que promovam a aproximação crítica do aluno com a realidade. No caso do curso de Medicina da FPP, é utilizada a metodologia ativa chamada de Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL, da sigla em inglês).

Para participar do processo seletivo, um dos pré-requisitos era a participação no curso, oferecido pelo Núcleo de Desenvolvimento Docente (NDD). Os candidatos tinham que cumprir a frequência mínima exigida (75%) e ter aprovada a sua participação, com peso 4.

Faculdades Pequeno Príncipe é destaque em reportagem da revista Lide – Saúde e Bem-Estar

Com tiragem nacional de 40 mil exemplares, a publicação é vendida em bancas e conta também com distribuição segmentada

Parte da reportagem publicada na revista Lide: reconhecimento nacional para a FPP.
Parte da reportagem publicada na revista Lide: reconhecimento nacional para a FPP.

Com mais de 10 anos de atividades, a Faculdades Pequeno Príncipe se consolida como uma das mais importantes instituições de ensino da área da saúde no país. Prova disso é a reportagem publicada na mais recente edição da revista Lide – Saúde e Bem-Estar. A matéria, intitulada “De hospital a faculdade” (clique aqui para conferir), destaca as conquistas e inúmeras atividades da unidade educacional do Complexo Pequeno Príncipe em prol da melhor formação na área da saúde.

Em trecho da reportagem, a diretora acadêmica da FPP, Ivete Palmira Sanson Zagonel, reforça a missão da instituição: “Atuar no ensino superior na área da saúde valida, dia a dia, o compromisso expresso do Complexo Pequeno Príncipe de compartilhar conhecimentos gerados a partir da assistência, ensino e pesquisa, resultando na formação de profissionais competentes”.

Sobre a revista Lide – Saúde e Bem-Estar

A revista Lide – Saúde e Bem-Estar, da Doria Editora, apresenta o panorama da saúde no Brasil e promove conceitos de bem-estar e qualidade de vida. Medicina preventiva, alimentos funcionais, bons hábitos, ergonomia, exercícios físicos, boa forma, temas que envolvem a busca de mais qualidade de vida para uma existência saudável e feliz compõem as matérias da publicação.

A revista Lide – Saúde e Bem-Estar tem tiragem de 40 mil exemplares e é distribuída aos assinantes da revista IstoÉ Dinheiro, aos participantes do FÓRUM DA SAÚDE E BEM-ESTAR, ao mailing VIP do GRUPO DORIA e do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. A revista também é vendida em bancas de todo Brasil.

Maio Amarelo: Iptran destaca parceria com a FPP

O Instituto Paz no Trânsito realizou diversas ações com foco no público jovem e contou com o apoio de professores e acadêmicos

Diversas ações fizeram parte da programação do Maio Amarelo em 2016.

O balanço das atividades do Movimento Maio Amarelo em 2016 é bastante positivo. Mais uma vez, a Faculdades Pequeno Príncipe teve papel de destaque em diversas ações realizadas em Curitiba. A parceria com o Instituto Paz no Trânsito (Iptran), de acordo com o presidente da entidade, Peter Otávio Costa, teve repercussão nacional. “Tivemos como diferencial o foco no público jovem e a FPP foi grande responsável por esse êxito. Realizamos diversas ações, inclusive na casa noturna Shed”, comenta.

Além da ação Balada Consciente, que tinha por objetivo conscientizar e promover a paz no trânsito, a FPP marcou presença na abertura da exposição “Brinquedos Órfãos”, no saguão do Aeroporto Internacional de Curitiba – Afonso Pena e também em uma blitz educativa. Além disso, a fundadora do Iptran, a deputada federal Christiane Yared, veio até a Faculdades Pequeno Príncipe participar de um bate-papo com acadêmicos de Enfermagem e Medicina. “Nossos acadêmicos são jovens e  futuros profissionais da área da saúde, precisam reconhecer os riscos do trânsito e também o impacto que os acidentes causam, tanto na vida das famílias quanto nos serviços de saúde, pois as vítimas de acidentes precisam de cuidados, muitas vezes, permanentes”, destaca a Profª. Dra. Ivete Palmira Sanson Zagonel, diretora acadêmica da unidade educacional do Complexo Pequeno Príncipe.

Para o presidente do Iptran, o Maio Amarelo provocou mudanças de comportamento. “Estamos no terceiro ano de atividades e as ações ganham cada vez mais corpo com o envolvimento de toda a sociedade e de diversas entidades”, completa Peter Otávio Costa.